O êxodo nosso de cada dia

caminhandoHoje lendo Lucas capítulo 8 mais uma vez se confirmou diante de mim a realidade da nossa peregrinação nesta terra e o caminho que devemos trilhar até à “terra da promessa”. Sim, vivemos exilados e há muito tempo.

Vivemos numa terra que não é nossa, regida por um deus que não é o nosso e ainda com uma lei que não é a nossa, não é a Palavra de Deus, as Escrituras.

Mas mesmo assim, somos ensinados por esta mesma Palavra a viver como se já estivéssemos na nossa terra, na nossa casa. Somos estimulados a ser luz numa terra de escuridão. Somos estimulados a sermos sal numa terra insípida. Somos ensinados e estimulados a fazer a diferença.

Não temos nada de nosso, porque tudo é do nosso Deus que na sua graça e misericórdia nos resgatou e nos fez parte da sua família, família esta espalhada pela face da terra. Tudo nesta terra é colocado à nossa disposição para que usemos com bom senso e sabedoria porque daremos conta da nossa atitude ao nosso Deus.

Vivemos sob um governo, o governo do nosso Deus em nós (O Reino está dentro de nós) e sobre nós (somos cidadãos do Reino) e assim caminhamos, colaborando na implantação deste Reino, dia após dia – um privilégio.

Mas não podemos de forma alguma esquecer a beleza, a grandeza, as maravilhas que nos esperam quando a plenitude do Reino chegar. Quando de fato Jesus travar a última batalha, tomar posse completa deste Reino e entregá-lo ao Pai e viveremos para sempre com o Senhor.

Enquanto isso, cuidemos cada um daquilo que é colocado à nossa frente todos os dias, como ponte sobre as águas, como uma flecha que acerta o alvo, como luz nas trevas… porque o que está preparado para nós nem olhos viram nem ouvidos ouviram… não consigo imaginar…

Aleluia!

Seu trono está nos céus, seus pés aqui na terra…

AnsiedadeDomínio e poder pertencem a Jesus
Louvores em Sião sejam dados a ele
Seu trono está nos céus
Seus pés aqui na terra
E o pai o coroou rei de Israel.

Quando abri os olhos para Jesus não haviam ainda músicas como as de hoje. Cantávamos corinhos e esta letra acima é de um deles. Se chama “Domínio e Poder”. Não tenho a mínima ideia de quem o escreveu. A letra é simples  mas de uma profundidade incrível!

Verdades absolutas.
Sim, domínio e poder pertencem a Jesus, dados a ele pelo Pai, Deus Todo Poderoso, Criador de todas as coisas.
Sim, louvores em Sião, em todas as congregações sejam dados a ele, autor e consumador da nossa fé; pois por meio dele somos salvos, remidos e feitos filhos de Deus; Ele é o nosso Salvador e nosso Senhor.
Sim, seu trono está nos céus. Ele está assentado à direita de Deus Pai Todo Poderoso. Ele é a destra de nosso Deus Pai, Ele a ação de Deus pai. Deus é amor e Jesus é este amor na prática. Ele é o cabeça do corpo, que é a igreja – aqueles que o servem espalhados pela face da terra.
Sim, seus pés estão na terra, representados por aqueles que levam as boas novas e agem em nome dEle. E estes, ousados e intrépidos fazem a terra tremer não com suas ações próprias mas fazendo ou melhor, continuando a fazer a obra, a missão de Jesus na terra.

Por isso, sim, não vivemos nós mas Cristo em nós , a esperança da glória.

Por tudo isso, convém que ele cresça e que eu diminua, que ele apareça e que eu me constranja com a sua glória e todo seu amor…

Mais de ti e menos de nós…

Mais de ti e menos de mim, Senhor!

Clean & Clear – um estilo de vida

clean_and_clear_logo_1Limpo e Claro! Ontem, navegando pela internet encontrei esta logo – Clean&Clear. Vocês não têm ideia de como ela me impactou, de como ela chamou minha atenção.

Dou muito valor ao significado das palavras, ao sentido que têm verdadeiramente no contexto em que foram escritas ou ditas. E apesar da imagem ser um logo de uma empresa, o significado faz muito sentido.

Pensei em todos os ensinamentos bíblicos que conheço a respeito de limpeza, transparência, correção, justiça, etc. Em tantos textos das Escrituras em que o Senhor, nosso Deus, nos ensina o caminho reto, a coisa certa a fazer, e também os caminhos que não devemos trilhar.

Lembrei-me de passagens em que o salmista clama por discernimento para tomar uma decisão, para que esta esteja de acordo com a boa, perfeita e agradável vontade do Senhor.

E, enfim, me dispus a caminhar buscando estes conceitos “Clean&Clear” – Limpo e claro. Como percebi a necessidade de uma faxina profunda em meus pensamentos, sentimentos e motivações e por estes dias quero caminhar assim e digo ao Senhor:

Senhor, tu me sondas e me conheces. Conheces o meu deitar e o meu levantar. Sabes todas as coisas. Conheces as minhas palavras antes que elas me venham à boca. Por isso, meu Deus, abre os meus olhos e me faça ver por onde devo caminhar, que eu não me desvie nem para a direita e nem para a esquerda e assim possa caminhar na tua direção, tendo a vida como uma candeia que ilumina toda a casa e não escondida debaixo da mesa. Eu te amo, Deus da minha salvação! Em nome de Jesus, Amém, Amém e Amém!

Aleluia!

Beth Alves

A ceia da equidade

ceiaLeitura Bíblica: 1 Coríntios 11:17-34

Geralmente todas as vezes que participamos da ceia em nossas comunidades temos a leitura deste trecho das escrituras com o foco nas palavras de Jesus: “Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isto em memória de mim” e ainda “Este cálice é  nova aliança no meu sangue. Fazei isso todas as vezes que o beberdes, em memória de mim”. E isso é ótimo e realmente o nosso foco deve ser a lembrança da obra salvadora dEle por nós.

Mas existem outros aspectos originários destes, que sempre me chamam a atenção. E um deles é o princípio da equidade. Equidade é completamente diferente de igualdade. Equidade é equivalência, tem o significado de todos terem o mesmo valor diante de Deus. Não ha diferença de função, classe social, nível educacional, não! Somos todos equivalentes como os dois lados de uma equação matemática.

3 + 2 = 4 + 1

Vejam como os dois lados da equação são diferentes mas existe a equivalência e isso é muito lindo, é maravilhoso demais.  Me faz recordar que aquele que não teve pecado, se fez pecado para ser equivalente a mim do outro lado da equação e que, ainda, Ele me elevou ao seu nível para que eu pudesse ser equivalente a Ele, para que eu e você também pudéssemos ser “justiça de Deus”. Uauuuuu…

Eu me emociono muito com tudo isso, pois eu não mereço e isto se chama graça, graça infinita!

Que hoje e sempre possamos nos lembrar disso e ser constrangidos por este amor…

Aleluia!

Beth Alves

Sim, sim; não, não.

blog beth 290518

Seja, porém a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disso passar vem do maligno Mateus 5:27

Lendo o Sermão do Monte sempre me deparo com verdades que transformam as nossas vidas. E o “sim, sim; não, não” tem me incomodado particularmente nestes últimos tempos.

Não é somente por causa do significado das palavras, pois a falta de viver assim significa uma vida de mentira e a mentira não tem nada a ver com o nosso Deus. Mas tem me chamado a atenção a questão da falsidade. Sim, falsidade mesmo.

Explico melhor: ninguém é de fato o que aparenta ser, ninguém é de fato sincero, íntegro, inteiro no que diz e naquilo que faz. Nosso dia a dia é cercado de meias verdades e dificilmente uma pessoa expõe aquilo que pensa verdadeiramente, o que sente verdadeiramente e o que precisa verdadeiramente.

Neste último caso a situação é mais complicada ainda. As pessoas à nossa volta estão sozinhas, carentes, necessitadas e não tem coragem de falar de sua solidão, de suas carências e de suas necessidades. Elas têm vergonha e sabe por quê? Porque neste mundo faceboquiano em que vivemos, vivemos de aparência e tudo que cheira a problema nos afasta do outro.

Até mesmo nossas orações estão corrompidas, se transformaram em rezas. Uma repetição infinda da lista de tudo o que queremos ou daquilo que pensamos que queremos. Sinceridade de coração, singeleza no falar, intimidade? Não sei não…

Pensei até em fazer um desafio mas achei meio sem propósito porque somos “cristãos”, né? Pensei em desafiar a mim mesma e vocês a uma semana de “sim, sim; não, não”. Mas a gente é crente, certo? A gente não precisa fazer isso porque o “sim, sim; não, não” faz parte do nosso dia a dia… Não é verdade?

Pense about…

 

Aguardarei com esperança…

AB71526A minha leitura devocional de hoje é o Salmo 5. Davi começa o texto com pedido – Dá ouvidos às minhas palavras, SENHOR (Adonai), considera meus pensamentos mais íntimos, ouve meu clamor … Mas Davi sabia que Deus ouvia suas palavras, considerava os seus pensamentos mais íntimos e ouvia o clamor do seu coração, da mesma forma que eu e você sabemos disso. Mesmo assim, este tipo de súplica é comum nas falas de Davi com Deus, como também de outros homens na Bíblia. Isto me faz lembrar sempre que o SENHOR quer um relacionamento íntimo e pessoal comigo e com você. Ele quer que rasguemos o nosso coração diante dele, porque ele nos conhece.

Davi continua dizendo que “de manhã ouvirás a minha voz, de manhã apresentarei minhas necessidades diante de ti…” Logo de manhã, primeira hora, prioridade … Nossa entrega precisa ser diária, logo de manhã entregamos o nosso dia, e apresentações nossa gratidão … pela segurança, pela provisão, pela saúde , pela vida … Apresentamos tudo a Ele a cada manhã.

E em, Davi escreve “e aguardarei com esperança”. Que doce é esperar no SENHOR! Que sensação de paz inexplicável! Que alegria no coração, que leveza! De minha parte, quero “aguardar com esperança” sempre, lançando sobre Ele toda a ansiedade, porque Ele tem cuidado de mim, Ele tem cuidado de nós!

Aleluia !!!

E essa tal maturidade…

criançaLEITURA BÍBLICA:  Hebreus 5:12 – 6:3

Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino (1 Coríntios 13:11)

Quando temos filhos pequenos ensinamos através do exemplo e da repetição. Quantas e quantas vezes repetimos “vai escovar os dentes” ou “não pode isso, não pode aquilo” ou “põe este agasalho” ou “coloque no prato apenas a comida que vai comer” e tantas outras coisas. Fazemos isso porque nossos filhos são crianças e precisam aprendem o básico, eles ainda não têm experiência e é nossa responsabilidade contribuir para a formação deles.

Mas quando nossos filhos vão avançando, vão adquirindo experiências, nossas falas vão mudando, a cada época da vida deles um ensino diferente. Significa que naquilo que ensinamos eles já adquiriram experiência e por meio dela veio o aprendizado. Não dá mais pra ficar falando na cabeça do filho de 18 anos que ele “precisa escovar os dentes”, não é mesmo?

Da mesma forma que agimos om nossos filhos, o ensino da Palavra de Deus tem etapas. O texto de Hebreus fala que primeiramente se ensina os princípios elementares da nossa fé, que devemos aprender, experimentar e saber. E quem sabe, em seguida ensina. O autor de Hebreus retrata uma situação diferente: mesmo sendo ensinado por muito tempo nos princípios elementares na base da nossa fé, o povo continuava agindo como se não soubesse, como crianças naqueles aspectos.

Vivenciamos isso com muita clareza nos nossos dias e em nossas comunidades. Cada dia vemos mais crianças na fé que, infelizmente, não suportam o alimento genuíno, forte que as Escrituras nos proporcionam. Vivem do que ouvem de homens e não da pureza e clareza da Palavra de Deus. Tão confusos!!!

E lembrando que maturidade significa a conquista do equilíbrio, estabilidade e da sabedoria: que pressupõe a finalização de um processo de vivência e conscientização de aspectos que chegaram ao nível da acomodação interior, ela não tem necessariamente que estar ligada à idade. Está ligada à experiência, à prática.

Não adianta querer mudar o curso das coisas sem que aja transformação das atitudes erradas, mas sem autoconhecimento a maturidade torna-se inatingível. Não existe ingrediente mágico pra isso!

Vou usar uma expressão de minha amada mãe para terminar: “é no balanço da caroça que as abóboras se ajeitam” – neste ajeitar não dá pra sair sem alguns arranhões, certo?

 

O nosso caminho

caminhoLEITURA BÍBLICA: Salmo 1:1-6

“Pois o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos impios perecerá”

“Me diga com quem andas que te direi quem és” – ouvi este ditado popular muitas vezes deste bem pequena. Sempre fui alertada pelos meus pais a não conviver com pessoas de má índole, a não tê-las como exemplo e a não compartilhar com elas minha intimidade.

Isso não significava que eu deveria me isolar, não era isso. A ideia deles é que devemos sim viver em sociedade, participar de todos os eventos sociais na escola, no trabalho, família, amigos e onde fossemos chamados a participar, mas em termos de amizade, um relacionamento mais pessoal não era para qualquer pessoa e principalmente para aqueles que eles não consideravam pessoa de caráter.

Ou seja, eu deveria me afastar das pessoas que poderiam me influenciar negativamente ou que poderiam fazer passar uma imagem equivocada a meu respeito. Fui bem rebelde com relação a isso durante a minha adolescência considerando meus pais uns chatos e preconceituosos.

Mas ali pelos meus 17 anos, quando conheci o Senhor e Ele se deu a conhecer a mim, entendi o propósito de todo aquele ensino e sou muito grata a eles pelo cuidado que tiveram comigo e com meus irmãos. Entendi o Salmo 1.

Entendi que minha missão é viver em sociedade sendo exemplo de conduta (testemunha) e que devo ouvir de tudo (não tem muito jeito de não ouvir), mas eu não ando conforme o conselho dos impios – é uma escolha. Passo pelo mesmo caminho em que os pecadores passam mas escolho não pecar – mais uma escolha. E, de forma alguma, compactuo com os escarnecedores, não me assento com eles para maquinar o mal. Compartilho as grandezas de Deus – outra escolha.

O Salmo 1 me lembra um texto de uma carta de um cristão anônimo do século II, endereçada a um não cristão de nome Diogneto, onde ele descreve o modo de vida do povo cristão.

Os cristãos não se distinguem dos outros homens nem por território, nem por língua, nem pela maneira de vestir. Eles não moram em cidades próprias, não usam uma linguagem particular, nem levam um tipo de vida especial. A sua doutrina não é conquista do gênio irrequieto de homens perscrutadores; nem professam, como fazem alguns, um sistema filosófico humano.

Vivendo em cidades gregas ou bárbaras, conforme a sorte reservada a cada um, e adaptando-se aos costumes da localidade, na maneira de vestir, de comer, e em todo o resto do seu viver, dão exemplo de uma forma de vida social maravilhosa, que, como todos confessam, tem em si mesmo qualquer coisa de incrível. Vivem em sua respectiva pátria, mas como gente estrangeira; participam de todos os deveres como cidadãos e suportam as obrigações como estrangeiros. Qualquer terra estrangeira é pátria para eles e qualquer pátria lhes é terra estrangeira.

Casam-se como todos os outros e geram filhos, mas não os abandonam. Têm em comum a mesa, mas não o leito. Vivem na carne, mas não segundo a carne. Passam a sua vida na terra, mas são cidadãos do céu. Obedecem às leis estabelecidas, mas com o seu modo de vida superam as leis. Para dizê-lo em uma palavra, os cristão são no mundo o que a alma é no corpo”

Lindo, não é?

Aleluia!

Busca de sentido

um-sentido-para-a-vidaLEITURA BÍBLICA: Eclesiastes 1:1-11

“O que o homem ganha com todo o seu trabalho em que tanto se esforça debaixo do sol? (Ec 1:3)

Acordar cedo, trabalhar, estudar, cuidar das suas coisas e da sua família. Todos os dias fazemos tudo sempre igual. A grande pergunta que precisa ser respondida é – por que fazemos tudo isso?

Por que trabalhamos? Por que estudamos? Por que fazemos todos os dias as mesmas coisas? Qual a finalidade disso tudo? Pensando friamente, é uma canseira isso de fazer todos os dias as mesmas coisas!!!

Mas a diferença está na resposta a estas perguntas. O motivo pelo qual fazemos não está centrado em nós. É sério!!!! Não tem nada a ver comigo ou com você. A centralidade de tudo que fazemos tem  ver apenas com Cristo!!!O apóstolo Paulo entendeu isso tão direitinho que chegou a dizer “Não vivo mais eu mas Cristo vive em mim”.

Enquanto a nossa busca de sentido para a vida estiver centrada em nós, na nossa alegria e felicidade, estaremos completamente fora do propósito de Deus para nós. Mas quando entendemos que o centro da nossa vida é Cristo todo o resto fica pequeno, porque se transforma em consequência.

“Não importam as circunstâncias, não, não , não. Não me guio por vista, alegre SOU”

Que possamos experimentar, todos os dias, a transformação da mesmice em novidade de vida! Só o Senhor pode nos dar isso! Só Ele!

Aleluia!

Aprendendo sobre mim com as Escrituras

rm 15-4LEITURA BÍBLICA: Romanos 15:1-13

Começamos nosso aprendizado bem cedo, com os nossos pais que nos ensinam a base para a sobrevivência individual e social, como também aspectos para nossa proteção e saúde. Quando crescemos um pouquinho vamos à escola e continuamos nosso aprendizado por muitos anos neste tipo de instituição. Mas não deixamos de aprender com a família, com os amigos e com o mundo que nos cerca. São milhares de informações captadas todos os dias, muitas delas mesmo sem percebermos.

Este texto de Romanos traz vários princípios mas um deles é muito especial para mim. Ele é a base da nossa vida, porque somos o resultado de uma história. Se conheço minha história me entendo melhor, entendo melhor porque tomo determinadas decisões, porque me comporto de uma certa maneira e não de outra, enfim…

O texto diz no verso 4 que “tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança”. Ou seja, todo o conhecimento contido nas Escrituras foi escrito para nosso aprendizado, para que tenhamos esperança, perseverança (hupomone), para que tenhamos a capacidade de continuar a suportar dificuldades as mais diversas, não com passividade mas com coragem  que resiste aos momentos de cansaço e sensação de derrota.

Olha que lindo, que maravilha! Entendo que se conheço as Escrituras, a Palavra de Deus, me entendo melhor porque tudo o que preciso saber está escrito nela para o meu aprendizado e prática. Não precisa viver por aí batendo a cabeça sem saber o que fazer. Eu tenho ensino, direto do meu Pai, meu Senhor.

E isto tem me alegrado a cada dia! E você já pensou nisso?

Aleluia!

Beth Alves