La nostra pasta tutti i giorni

massa 1607Hoje estou fazendo uma massa (pasta) que aprendi a receita estudando italiano. Uma delícia que compartilho com vocês.

Pasta alla percorara

Ingredientes:
– a massa (as massas longas são melhores para este tipo de prato, veja aqui!) Confesso que usei um linguini que já tinha em casa…
– uma berinjela pequena
– uma abobrinha pequena
– pimentão vermelho
– cebola
– alho e azeite
– ricola de ovelha (substitui porque não encontrei aqui perto de casa)
– molho de tomate (300 gramas)

Preparando:
– Piquei a berinjela e a abobrinha em cubinhos
– Cortei o pimentão e a cebola bem fininhos (umas duas colheres de sopa de cada) e reservei separados
– Coloquei uma panela no fogo com água para cozinhar a massa
– Em uma panela coloquei um fio de azeite, juntei a berinjela e a abobrinha com um dente de alho amassado e fui mexendo até eles ficarem macios. Coloquei um pouquinho de água quando começaram a grudar no fundo da panela.
– Em outra panela também com um fio de azeite dourei a cebola e juntei o molho de tomate e deixei levantar fervura. Temperei com sal.
– Quando os legumes já estavam macios juntei tudo numa panela só e coloquei o pimentão, deixei mais um minutinho e desliguei o fogo.
– Quando a água para cozimento da massa levantou fervura coloquei sal e em seguida a massa para cozinhar. Retirei no ponto ao dente e já foi direto para o prato.
– No prato, já com a massa amassei a ricota num amassador de batatas e coloquei sobre a massa parecendo neve. Em seguida, queijo parmesão à vontade!!

E viva!!! Comi demais!!!

E essa tal maturidade…

criançaLEITURA BÍBLICA:  Hebreus 5:12 – 6:3

Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino (1 Coríntios 13:11)

Quando temos filhos pequenos ensinamos através do exemplo e da repetição. Quantas e quantas vezes repetimos “vai escovar os dentes” ou “não pode isso, não pode aquilo” ou “põe este agasalho” ou “coloque no prato apenas a comida que vai comer” e tantas outras coisas. Fazemos isso porque nossos filhos são crianças e precisam aprendem o básico, eles ainda não têm experiência e é nossa responsabilidade contribuir para a formação deles.

Mas quando nossos filhos vão avançando, vão adquirindo experiências, nossas falas vão mudando, a cada época da vida deles um ensino diferente. Significa que naquilo que ensinamos eles já adquiriram experiência e por meio dela veio o aprendizado. Não dá mais pra ficar falando na cabeça do filho de 18 anos que ele “precisa escovar os dentes”, não é mesmo?

Da mesma forma que agimos om nossos filhos, o ensino da Palavra de Deus tem etapas. O texto de Hebreus fala que primeiramente se ensina os princípios elementares da nossa fé, que devemos aprender, experimentar e saber. E quem sabe, em seguida ensina. O autor de Hebreus retrata uma situação diferente: mesmo sendo ensinado por muito tempo nos princípios elementares na base da nossa fé, o povo continuava agindo como se não soubesse, como crianças naqueles aspectos.

Vivenciamos isso com muita clareza nos nossos dias e em nossas comunidades. Cada dia vemos mais crianças na fé que, infelizmente, não suportam o alimento genuíno, forte que as Escrituras nos proporcionam. Vivem do que ouvem de homens e não da pureza e clareza da Palavra de Deus. Tão confusos!!!

E lembrando que maturidade significa a conquista do equilíbrio, estabilidade e da sabedoria: que pressupõe a finalização de um processo de vivência e conscientização de aspectos que chegaram ao nível da acomodação interior, ela não tem necessariamente que estar ligada à idade. Está ligada à experiência, à prática.

Não adianta querer mudar o curso das coisas sem que aja transformação das atitudes erradas, mas sem autoconhecimento a maturidade torna-se inatingível. Não existe ingrediente mágico pra isso!

Vou usar uma expressão de minha amada mãe para terminar: “é no balanço da caroça que as abóboras se ajeitam” – neste ajeitar não dá pra sair sem alguns arranhões, certo?

 

Inimigo Silencioso

formiga blog beth 130717LEITURA BÍBLICA: Provérbios 6: 6-9

O caminho do preguiçoso é cheio de espinhos, mas o caminho do justo é uma estrada plana (Pv 15:19)

Quando fazemos uma avaliação das coisas que podem causar problemas em nossa vida, pensamos logo em questões de caráter sérias ou situações externas que possam interferir no curso do nosso dia a dia. Podemos até fazer uma lista daquilo que nos atrapalha a seguir nosso caminho e ir resolvendo cada um dos tópicos, não é mesmo?

Possivelmente a preguiça não estará relacionada entre os primeiros tópicos desta lista ou até nem conste dela, por isso é tão perigosa. O texto de Provérbios nos apresenta uma analogia de comportamento com um animal que parece insignificante mas que nos ensina muito sobre este nosso inimigo – a preguiça. Inimigo silencioso porque começa com a procrastinação, que leva a acomodação e daí à inércia é um pulinho. Da inércia à depressão então, nem preciso falar…

A preguiça é um problema muito sério porque além de fazer mal ao preguiçoso desequilibra tudo à volta dele. Causa incômodo e irritação no ambiente de trabalho. Para aqueles que convivem mais intimamente com o preguiçoso ele se torna um peso pois não dá conta de realizar as tarefas mais básicas, vive à espera de ser servido.

É preciso tomar uma decisão séria de lutar contra este inimigo silencioso que exigirá disciplina. Disciplina é a capacidade de se manter focado nas tarefas necessárias para concretização de uma meta sem se desviar e sem perder a motivação. É uma conquista de todos os dias!

Fica a dica para todos nós: Não deixar para depois o que podemos fazer agora! “Depois” é uma palavra muito perigosa! Vamos aprender com as formigas!

Corrigindo provas…

Startup-PodePois é. As aulas terminaram na semana passada mas para nós professores as atividades ainda continuam com as correções de provas, fechamento de diários e entrega de notas.

No meu caso, especificamente, ainda tenho a alegria de fazer a correção de tradução crítica individual de pequenos trechos de hebraico e grego bíblicos. Maravilha!

Os meus alunos sempre me surpreendem com sua criatividade. E então percebo o quão místicos nós somos enquanto povo. O que está escrito não nos serve, há a necessidade de “entender o que está nas entrelinhas”. Também sempre precisa haver algo de misterioso ou “profético” no texto, mesmo que não exista nem uma coisa ou outra na intensão da escrita.

E aqui vou seguindo, colhendo pérolas a cada semestre.

Fica o convite: vamos aprender Hebraico e Grego? Será um prazer ensinar vocês!!

Foco, força e fé

fraseLeio e escuto demais esta expressão: Foco, força e fé. Hoje parei para pensar um pouco mais nela e compartilho alguns pontos que achei interessantes.

Primeiro é bom saber o que cada uma destas palavra significa e o nosso melhor companheiro para isso é o dicionário. Então vamos a ele:

FOCO: Ponto central ou de convergência:
centro, ponto, cerne, coração, eixo, âmago, essência, núcleo, sede, base.

FORÇA: qualidade do que é forte; robustez, vigor físico.
Na física: agente físico capaz de alterar o estado de repouso ou de movimento uniforme de um corpo material.
Forte:  que tem grande força física e/ou orgânica; cujos músculos são bem desenvolvidos; robusto, vigoroso.

FÉ:  é uma palavra que significa “confiança”, “crença”, “credibilidade”. A fé é total crença em algo ou alguém, ainda que não haja nenhum tipo de evidência que comprove a veracidade da proposição em causa.

Então posso dizer que foco é objetivo, o ponto que quero atingir, o lugar onde quero chegar, ponto de convergência. Posso dizer que força é o esforço capaz de alterar o estado, posição de algo ou de alguma coisa. E por último posso dizer que fé é convicção plena em algo ou alguém mesmo sem a mínima evidência que comprove a minha crença.

É muito interessante e muito simples ao mesmo tempo. A expressão “Foco, força e fé” tem como significado básico “tenha seu objetivo em mente e não se desvie dele; realize tudo o que for preciso para alcançar seu objetivo, use toda sua força (capacidade de mudança) e por último, creia, confie mesmo que todas as circunstâncias sejam contrárias.

Melhor ainda é perceber que tudo vem de Deus. Pense comigo: é Ele quem opera em nós o querer e o realizar, não é mesmo? Ele coloca em nosso coração desejos, sonhos, vontades e Ele mesmo nos capacita a realizar. Só acontece porque Ele quer. E  é Ele  também quem nos dá a fé, de forma que cremos com a fé dele mesmo. Por isso eu disse que é simples, muito simples.

Fica a dica:

trabalhe

 

Rosquinhas bem fofinhas

rosquinhasSimples de preparar, as rosquinhas vão agradar a família toda. Esta é minha dica de feriado para você. A professora aqui também cozinha…kkkk

Ingredientes:
– Se você for usar fermento biológico seca – 2 colheres de sopa. Agora de for usar o fermento fresco – 80 a 100 g
– 7 colheres de sopa de açúcar
– 2 colheres de sopa de margarina
– 300 ml de leite morno
– 3 ovos
– 1 colher de café rasa de sal
– 800 g de Farinha de trigo ou que baste para dar o ponto de enrolar

Modo de fazer:
Misture o fermento o leite e o açúcar. Depois acrescente os 3 ovos e o sal e a margarina e misture bem. Em seguida, vá colocando a farinha aos poucos até o ponto de sovar a massa. Vamos sovar por 10 minutos, deixar descansar por mais 30 minutos.
Agora é enrolar e colocar para assar em formo pré aquecido 200 graus, antes pincele com gema de ovo.

Um lanche delicioso para você!!!

O Homeschooling vai chegar ao Brasil?

Family doing homeworkEste assunto tem me interessado muito nos últimos anos. Crianças estudando em casa com seus pais ou tutores. Dentre livros, artigos e posts, decidi publicar para vocês este do Solano Portela. Leiam e vamos comentar o assunto, ok?
“O Homeschooling vai chegar ao Brasil?

Solano Portela[1]

A década de 1990 e a primeira década deste novo século foram caracterizadas por mega tendências (megatrends[2]), ou seja, grandes modificações no curso dos relacionamentos sociais e empresariais. Entretanto, na década 2010-2020 vemos aflorar micro tendências que podem igualmente causar grandes impactos futuros em diversas áreas da sociedade. Mark J. Penn e Kinney Zolesne, em seu livro Microtrends, chamam a nossa atenção exatamente para esse viés das “pequenas forças por trás das grandes mudanças de amanhã”.[3]

O livro traz um capítulo inteiro dedicado ao segmento da educação, onde apresenta comentários e dados sobre uma minúscula tendência, nos Estados Unidos, que vem crescendo exponencialmente e já afeta significativamente o modus operandi de instituições de ensino tradicionais e a visão do campo educacional como um todo. Trata-se do Homeschooling, ou a educação escolar ministrada nos lares, onde as crianças recebem no aconchego de suas casas o preparo acadêmico, fora da estrutura formal supervisionada pelo estado. A primeira vista pode-se pensar que essa tendência teria apenas repercussão na educação básica (do maternal ao 3º ano do Ensino Médio), no entanto, os reflexos no Ensino Superior já não podem mais ser ignorados.

Como avaliar essa microtendência e seus impactos no Brasil? Não chegaremos a uma avaliação precisa se acharmos que o tema representa apenas uma peculiaridade ou idiossincrasia norte-americana. É verdade que lá encontramos bolsões significativos de ferrenha resistência às garras do estado voraz, e à sua avidez em não somente exigir impostos sobre impostos, mas também por pontificar em todas as esferas da atividade humana.[4] No entanto, a prática do homeschooling nos Estados Unidos vai muito além de ser mera característica exclusiva de comunidades contestadoras.

Muitos escolhem essa modalidade simplesmente por constatarem a falência do sistema público de educação; a deterioração da disciplina e segurança para suas crianças, nas escolas; e o preço proibitivo das melhores instituições de ensino particulares ou confessionais. Observem também os seguintes dados,[5] que evidenciam a importância dessa prática que começou timidamente na década de 1970, nos Estados Unidos, e que só passou a ser levada a sério a partir de 1999, quando o Ministério da Educação daquele país começou a levantar dados sobre a crescente onda:
– Em 1999 já haviam 850 mil crianças sendo educadas nos lares. Em quatro anos esse número havia crescido 30%, para 1,1 milhão.
– Isso significa um acréscimo de 1,7% da população nessa idade escolar para 2,2%.
– Existem hoje milhares de sites e eventos destinados a disseminar a prática. O mercado de livros, currículos, vídeos e outros materiais relacionados com o homeschooling, movimenta quase um bilhão de dólares por ano.
– Apesar das crianças educadas no lar representarem apenas pouco mais de 2% da população escolar compatível, elas se destacam surpreendentemente em competições educativas como, por exemplo, nos populares concursos de soletração, onde constituem 12% dos finalistas. Nos testes de admissão ao ensino superior (SAT), os alunos advindos de educação recebida no lar, tiram notas 15% superior às dos demais.
– As universidades têm se adaptado à tendência. Em 2000 apenas 52% possuíam critérios formais de avaliação dos candidatos educados no lar. Atualmente, 83% já adotam critérios na expectativa de recebimento destes, e eles são bem-vindos pela expectativa de um excelente desempenho acadêmico.
Da mesma forma, não podemos apenas adotar uma visão simplista e dizer que no Brasil o homeschooling é proibido e, portanto, não é assunto a ser discutido, pois não há perspectiva de impacto em nosso sistema educacional. Nos Estados Unidos, mesmo tendo começado na década de 1970, até 1981 ela era ilegal na maioria dos estados norte-americanos; agora ela é legalizada em todos eles. Semelhantemente, no Japão o homeschooling é proibido, mas estima-se que 2 a 3 mil crianças estão sendo educadas dessa forma. Até na China, onde subsiste a proibição formal, a existência da “Shanghai Home-School Association”, deixa vislumbrar que a pratica existe, em extensão considerável. Atualmente, além de nos Estados Unidos, o homeschooling é legalizado na Austrália, Nova Zelândia, Inglaterra e no Canadá.

Presentemente o Brasil já contabiliza alguns poucos casos que têm resultado em processos e contestações judiciais. O Dr. Carlos Roberto Jamil Cury, professor da PUC-MG, em seu ensaio, “Educação Escolar e Educação no Lar: espaços de uma polêmica”[6] apresenta alguns casos de homeschooling no Brasil, que receberam sentenças adversas do nosso judiciário.[7] Dr. Cury concorda com as sentenças e cita parecer do Conselho Nacional de Educação, que expressa a visão prevalecente nos círculos governamentais, de que a única forma de ensino é nas escolas:

“Os filhos não são dos pais, como pensam os Autores [do Mandado de Segurança]. São pessoas com direitos e deveres, cujas personalidades se devem forjar desde a adolescência em meio a iguais, no convívio formador da cidadania. Aos pais cabem, sim, as obrigações de manter e educar os filhos consoante a Constituição e as Leis do país, asseguradoras do direito do menor à escola…”

Mesmo os cristãos que não são a favor do homeschooling, não podem aceitar essa visão estatal de que “os filhos não são dos pais”!

No lado do homeschooling, alguns casos têm recebido atenção da mídia, como por exemplo:[8]
– O caso da família Bueno (9 filhos), de Jardim, MS. Durante 13 anos praticaram a educação escolar no lar. Depois de denunciada à Promotoria Pública por familiares, e de julgamentos adversos, mudou-se para o Paraguai.
– O caso do casal Nunes (3 filhos), de Timóteo, MG. O casal tirou as crianças da escola em 2006. Foram denunciados ao Conselho Tutelar e ao Ministério Público. Para provar que os filhos não estavam “abandonados intelectualmente”, como era alegado, eles foram inscritos no vestibular da Faculdade de Direito de Ipatinga, MG. Passaram em posição excelente, no 7º e 13º lugar, mesmo sem terem completado o ensino médio.
– O Caso de Júlio Severo, figura controvertida por suas posições políticas e religiosas, que defende homeschooling desde 1991 e foi forçado a mudar-se do Brasil, supostamente por contestações da justiça às suas convicções.[9]
– O caso da conhecida família Schürmann (3 filhos), que, em 1984 empreendeu uma viagem de 10 anos, navegando pelos mares do globo, aplicando o homeschooling em seus filhos, durante todo esse tempo.

Em 1994 o deputado João Teixeira, do PL, apresentou o projeto lei 4657/1994 procurando regulamentar a educação escolar no lar. No entanto ele foi arquivado no ano seguinte. Em 2008, os deputados federais Henrique Afonso, ex- PT, e Miguel Martini, do PHS, apresentaram o projeto de lei 3518/2008, propondo, novamente, a regulamentação do homeschooling no Brasil, do 1º ao 9º ano.

É possível, que mesmo com a visão monolítica de nossa legislação sobre a educação escolar no lar, talvez estejamos testemunhando mudanças e até a formação de jurisprudência que pode impactar o status quo da educacional tradicional.

Será que, com a globalização os casos de homeschooling não poderão se multiplicar no Brasil? Existirão outras decisões judiciais, ou novas leis, que venham legitimar e encorajar a prática? Em uma era de ênfase à Educação a Distância, como barrar iniciativas de “estudo independente” que apresente melhores desempenhos e avaliações do que a educação clássica tradicional?[10] Obviamente ninguém tem respostas precisas a essas indagações, mas ignorar essa microtendência educacional não nos parece o melhor caminho. Assim, nossas Instituições de Ensino Superior deveriam monitorar a tendência e iniciar estudos sobre os impactos (sociais, financeiros, estruturais, acadêmicos e organizacionais) resultantes de uma abertura do homeschooling no Brasil. Deveriam até considerar a possibilidade de que esta modalidade venha a adentrar o Ensino Superior. Possivelmente essa é uma rica linha de pesquisa que poderia estar presente em diversos programas de pós graduação, de forma bastante interdisciplinar, com teses e estudos objetivos e sem paixões ideológicas que substanciarão muitas decisões e definições.

É possível que pesquisas objetivas e sem radicalismos estatais, procurando aferir o lamentável estado do ensino básico, principalmente em sua esfera pública, que leva os pais a procurarem alternativas mais adequadas aos seus filhos, possam contribuir para o sistema educacional como um todo, preparando-nos melhor para o futuro.”

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[1] O autor ocupou a Diretoria de Planejamento e Finanças do Mackenzie (Universidade e Colégios Presbiterianos) e é, atualmente, o Diretor Educacional da Instituição, da qual, de 2005 a 2008, foi também Superintendente de Educação Básica. É escritor, professor e conferencista.
[2] Como exemplo citamos as mega tendências apresentadas nos livros de John Naisbitt e Patrícia Aburdene: Megatrends (1982) e Megatrends 2000 (1990), todas elas confirmadas por uma aferição histórica do que motivou as grandes mudanças sociais e empresariais dessas décadas.
[3] Subtítulo do livro Microtrends (NY: Twelve Hatchette Book Group, 2007), 454 pp.
[4] Nossa convicção, sem endossar extremismos norte-americanos, é a de que o estado (independente de sua nacionalidade) realmente tem a tendência de extrapolar a sua esfera específica de atuação, que é: garantir a segurança pública e assegurar, a todos os cidadãos, oportunidades iguais de igualmente desenvolverem as suas desigualdades.
[5] Trazidos por Mark Penn, em seu livro.
[6] Texto completo disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-73302006000300003&script=sci_arttext , acessado em 24.05.2010.
[7] Por exemplo, o Mandado de segurança n. 7.407 – DF (2001/0022843-7), impetrado por família interessada cuja segurança foi denegada pelo judiciário, confirmando parecer anterior do Conselho Nacional de Educação.
[8] Um bom relato desses está disponível em: http://ozielfalves.blogspot.com/2008/10/escola-em-casa-crianas-longe-dos-bancos.html , acessado em 24.05.2010
[9] Para mais informações sobre suas posições, vide este blog, mantido pelo Severo: http://escolaemcasa.blogspot.com/, acessado em 24.05.2010
[10] Em 02.05.2015 foi postado artigo com o título: “O Homeschooling é liberado no Brasil”, em http://www.portaltl.com/?p=563 (acessado em 05.02.2016), mas o título é um pouco exagerado e não existiam novidade em trâmites jurídicos relacionados com a prática, até aquela data.

O post acima é de 5 de fevereiro de 2016 mas muito pertinente e atual.

Dicas de organização pessoal para você melhorar a sua produtividade!

organizandoEstava lendo um blog que gosto bastante chamado professoresdesucesso.com.br e me deparei com algumas dicas de organização pessoal não somente pra nós, professores mas também para todas as carreiras. Vou copia-las abaixo e espero que você aproveite.

Dicas de organização pessoal para você melhorar a sua produtividade

Na correria do dia a dia, podemos até não perceber, mas a falta de organização pessoal impacta demais a nossa produtividade e a qualidade do nosso serviço, influenciando progressivamente os resultados profissionais.

Distrações, protelação das demandas, acúmulo de atividades, junto à desorganização pessoal, é bastante prejudicial não apenas para a empresa, mas também para você, podendo gerar graves consequências.

Pensando nisso, listamos dicas muito práticas para você aprimorar sua organização pessoal, gerenciar melhor suas tarefas, cumprir seus prazos, bater suas metas e, de quebra, impulsionar a qualidade do seu trabalho. Quer conferir? Então vamos lá!

Perceba o que te atrapalha

A primeira regra quando falamos de organização pessoal é identificar todos os fatores que te desorganizam, como atrasos para chegar ao trabalho ou depender de pessoas que não cumprem seus prazos. Sabendo quais são os desafios, você consegue traçar um plano de ação para combatê-los. Por exemplo, se seu problema é se atrasar, comece a acordar mais cedo em sua rotina.

Tenha uma agenda

Em meio a tantos recursos tecnológicos, muitas pessoas tratam a agenda como algo obsoleto. Fique sabendo que ela ainda é muito usada e é também muito efetiva — especialmente se você não conseguiu trocar o papel e caneta pelo touch do celular e gosta de ter suas tarefas à mão. Anote suas atividades nas datas corretas para que você tenha um controle maior e possa evitar gargalos.

Mantenha sua mesa organizada

Não é preciso separar tudo pela cor ou etiquetar todos os documentos, mas o mínimo de organização é imprescindível. Uma mesa bagunçada afeta muito a sua produtividade. Por exemplo, naquele momento que você perde tempo procurando um papel perdido quando poderia finalizar aquele relatório importante.

Há pesquisas que comprovam que uma pessoa pode gastar até 40 minutos por dia procurando informações em uma mesa desorganizada. Isso é tempo demais perdido!

Determine as prioridades

Saber classificar é essencial para um fluxo de trabalho organizado e, consequentemente, para o aumento de sua produtividade. Pegue todas as suas demandas e identifique quais devem ser solucionadas imediatamente (urgentes), quais podem ser feitas amanhã (importantes) e até mesmo aquelas que são para a semana que vem (circunstanciais).

Fazendo isso, você conseguirá se planejar e focar em eliminar as tarefas urgentes e importantes e reduzir as circunstanciais. Lembre-se que hobbies não são prioridades. Quando estiver na empresa, trabalho em primeiro lugar.

Não use papeizinhos de rascunho

Sabe aquela mania que temos de procurar por aquele pedacinho de papel, já todo rabiscado, inclusive, para escrever um telefone? Evite fazer isso ao máximo. Quando tiver que anotar recados ou listar suas tarefas, utilize um caderno, um bloco de notas ou post-its, que podem ser fixados na tela do seu computador. Assim, não há riscos da mensagem se perder.

Adote um espaço home office

Para quem tem a oportunidade de trabalhar em regime home office, ter um espaço definido em casa, como se fosse seu escritório particular, é extremamente necessário. Quando trabalhamos em casa, temos a tendência de nos dispersar mais, impactando a nossa produtividade em cheio.

Por isso, separe um cantinho da sua casa, organize uma mesa e tenha alguns itens para não misturar seus objetos domésticos com os profissionais, como gaveteiros ou caixas organizadoras. Dessa forma, você conseguirá entrar no clima da empresa facilmente, fazendo com que seu trabalho renda.

Abuse da tecnologia

Hoje em dia, há aplicativos para tudo, concorda? Quando o assunto é organização pessoal, isso não é diferente. Se você é da geração que não consegue desapegar dos recursos tecnológicos, esses aplicativos te auxiliarão a não perder uma demanda de vista. Veja alguns deles:

Evernote

Essa ferramenta é muito mais do que um bloco de notas, ela te ajuda a organizar basicamente tudo: rascunhos, tarefas, gravação de áudios e cartões de visitas. Se você trabalha com um volume grande de informações e precisa de uma maneira eficiente para organizá-las, esse aplicativo é o ideal.

Things

Esse aplicativo é perfeito para quem tem muitas demandas ao longo do dia e não consegue guardá-las todas na cabeça ou no papel. A ferramenta gerencia todas as suas tarefas, te notificando sempre que um horário for pertinente para executar cada uma delas. Entre seus principais recursos, estão o suporte às tags e sincronização na nuvem.

Smartr Contacts

Quem tem uma rotina de trabalho na qual precisa lidar com vários contatos, como vendedores e fornecedores, e se perde no meio de tanta gente, o Smartr Contacts é a solução.

O aplicativo integra todos os seus contatos espalhados por várias plataformas em um lugar só. Você conseguirá acessar facilmente as informações das pessoas, como dados pessoais, ligações, redes sociais e até e-mails.

Tenha um calendário

Quem preza pela organização pessoal sabe que cuidado nunca é demais, não é mesmo? Assim, mesmo que você já adote uma agenda e não largue seu celular, sempre conferindo as tarefas, é interessante que você tenha um calendário à mesa para deixar os compromissos mais importantes sempre visíveis.

Afinal, você não vai querer passar pela situação chata de perder a reunião de planejamento porque seu celular descarregou e não enviou notificação, certo?

Não confie nos e-mails

Para alguns, o e-mail pode até funcionar como forma de organização pessoal. No entanto, é preciso lembrar que o propósito dessa ferramenta é a comunicação, não a organização, especialmente quando somos acostumados a ter uma caixa sempre lotada.

A maioria dos sistemas de mensagens eletrônicas oferece sistemas de organização pessoal, como calendário virtual. Nesses casos, priorize esses recursos em lugar da sua caixa de mensagens.

Foque em uma tarefa de cada vez

Para muitas pessoas, pode até ser fácil trabalhar com várias demandas ao mesmo tempo. Contudo, esse não é o ideal, principalmente se você não tiver um perfil multitarefa. Por isso, execute uma atividade por vez, focando bastante nela e aferindo a qualidade necessária. É como dizem por aí: “uma impressora multifuncional pode até fazer várias coisas, mas dificilmente ela fará todas elas com a mesma qualidade”.

Faça intervalos e converse com seus colegas

Ninguém consegue trabalhar 100% do tempo focado, isso é fato. E não pense que com você será diferente porque aprendeu a se organizar. É fundamental que paremos de vez em quando para espairecer, esticar as pernas e bater um papo com o colega. Muitas vezes, o caminho para tomar aquele cafezinho vai te dar uma ideia para resolver aquele problema. Apesar de ser importante parar uma hora ou outra, é imprescindível que seja feito com bom senso para não atrapalhar seu trabalho. Cuidado com os intervalos no caso de home office. Não vale parar para tomar um café e assistir a um filme inteiro!

E 2017 começou à toda!!!

pulo-2016-para-20172016 se foi, quase como um sopro. E chegou um ano que só pela virada do relógio à meia noite apresentou-se cheinho de expectativas. A esperança renasceu no coração de muitos. 2016 apresentou-se com tantas oportunidades como as que teremos em 2017. Muitos dos desafios de 2016 se repetirão em 2017. Qual a diferença, então?

A diferença, meus queridos, está na atitude que tomares diante deste tempo que temos à nossa frente. Podemos fazer planos, colocar metas e objetivos a serem alcançados mas se não agirmos em direção a estas metas e objetivos ficaremos no mesmo lugar – “parados, pregados na pedra do porto” vendo os navios chegarem e zarparem.

Este ano começou pra mim como uma oportunidade de recomeço, de retomada de projetos, de realização de sonhos. Então, logo no início no ano, coloquei todos objetivos, metas e sonhos no papel, mais especificamente num cartaz. Preguei o cartaz num lugar da minha casa bem visível. Precisamos trazer à memória para gerar motivação, ou seja, preciso querer tanto que nada vai me demover dos meus objetivos.

“Não há nada que possa me separar do amor de Cristo”. Trazendo isso para a minha vida: Cristo é o soberano, certo? Então vinha vida é dele, tudo que eu tenho é dele, tudo que terei é dele. Vivo para fazer a vontade dele. Definitivamente, eu preciso parar de fazer corpo mole e ir em frente para a glória dele e não minha. as minhas vitórias são dele  e não minhas, entendem?

E assim começou meu 2017. Objetivos traçados e foco na ação. Entregando todos os meus passos a ele. E olha que eu sonhei alto, muito alto!!! Mas quanto maior a minha vitória, maior a vitória dele, ao autor e consumador da minha fé.

Aleluia!

 

Quero trazer à memória…

pensandoTenho percebido uma doença em nosso meio, tanto em família, quanto no trabalho ou na nossa comunidade cristã. De uma forma geral, nossa atenção está integralmente voltada para o presente, para as atividades do dia a dia ou ocupada em “apagar os incêndios” – aquelas questões que aparecem de uma hora para outra e exigem solução imediata (ou pensamos que precisam de solução imediata). Esta doença tem o nome de estresse.

Uma pessoa estressada é aquela que ocupa pelo menos 85% do seu pensamento com o presente, com as preocupações e atividades do dia a dia, 5% com o passado e 10% com o futuro. E, é claro, que continuando a viver assim, quando o futuro chegar, ela continuará estressada pois não se preparou para ele.

E onde buscamos preparação para solucionar as questões do presente e preparar nosso futuro? A resposta é no passado. Então, eu aprendo com tudo que me aconteceu – porque de todas as coisas tiramos lições – e aplico o que aprendi no meu presente e na construção do meu futuro.

Daí a importância da memória, da lembrança. Trazer à memória é muito mais que simplesmente se lembrar vagamente de um fato ou uma situação. Trazer à memória é ter uma ideia exata do que aconteceu, entender o porque e vislumbrar naquela situação a solução, o aprendizado, o que ficou em nossa mente e em nosso coração. Aprendizado seja por bem seja por mal. Entendem?

Por isso, hoje eu quero incentivar você a trazer à memória todas as situações e fazer uso delas no seu cotidiano e no planejamento do seu futuro. Não queremos repetir os mesmos erros e podemos ser mais assertivos nas nossas escolhas e decisões. Afinal, vivemos com um propósito e de propósito de acordo com os desígnios de nosso Deus, não é mesmo?

Vamos aprender com a nossa própria vida?? Eu estou tentando…

Beth Alves